terça-feira, 31 de maio de 2011

Sobre você meu amigo

 
Sobre você amigo sempre há tanto o que dizer que eu nem sei por onde devo começar...
Há tantas madrugadas e tardinhas...
Há tantos choros e risadas...
Há tantos sonhos e desilusões...
Há tanto de você em mim e tanto de mim em você que fica difícil saber por onde começar.
Então vamos começar falando sobre como você sempre me faz sorrir, mesmo quando não existem razões, mesmo quando está dando tudo errado, mesmo quando eu quero chorar, mesmo qaundo eu levo um fora fenomenal do cara que eu amo, mesmo quando parece impossível que haja razão para rir, você magicamente consegue... E eu me pego rindo por ter você sempre do meu lado!
Viajo no seu raciocínio lógico sobre que devo me valorizar e que os outros não são dignos de decidir nada por mim ...
Encanto-me com seus doces modos de me dizer para eu cair na real, para deixar de besteira e chutar o pau da barraca, para sair de minha zona de conforto e ser feliz do jeito certo, com o homem certo!
Pego-me as vezes rindo sozinha pela rua quando lembro de você me falando como são estranhamente especiais minhas manias.
Fala de mim como se nem estivesse lá e as vezes eu sinto-me uma outra pessoa ...Mais feliz... Talvez seja pelo fato de saber que te tenho sempre do meu lado!
Tenho saudades dos teus abraços virtuais, do teu sorriso online, do teu despertar faminto de viver, do teu gosto pelas coisas simples e bizarras da vida, do teu carinho singular pela música, pelos livros, pelos bichinhos, pela árvores e por mim, que sou tão feliz de ter você!
Você se levantará em breve e me fará sorrir, não é verdade?
Você voltará para os meus braços e continuará me dando lições de vida, combinado?
Prometa que nunca perderei você, mesmo que eu mesma me perca!
prometa que nunca, jamais seremos estranhos um ao outro! Vamos prometa logo!
 Sorria agora para mim e diga que tudo isso é um brincadeira de mau gosto e que sua vontade de estar comigo jamais permitiria que você fosse embora...
Sobre você meu amigo eu só posso dizer que não existo assim...
Tão sem você simplesmente não dá!
Muda essa cara pálida e não faz cara de surpresa não, vocês sempre soube que eu TE AMO, então por que este susto todo?
Só porque o mundo todo agora também sabe?
Isso nunca importou... E você, só você que conhece minha alma é que sabe que jamais eu seria eu se não houvesse você!
Eu estou aqui esperando que venha me abraçar!
Eu estou aqui para sarar sua dor ou ao menos ouvir sua história.
Estou aqui com meu ombro a disposiçaõ para amparar sua lágrima, para acalmar o seu peito, para faze-lo sorrir como você faz comigo quando estou muito triste!
Então não fica acanhado não!
Ei, é você mesmo!
É para você meu melhor e grande e fiel amigo!
É para você essa simples demosntração de amor!
Então vê se não esquece de deixar seu comentário, certo?
Segurarei você com força nos meus braços e não haverá mais saida... 
 
Você terá que ficar do meu lado para sempre!


















quinta-feira, 26 de maio de 2011

Esperando por você!

Não é nada pessoal...
Só que a vida não é a mesma sem você!
Sem sorriso, sem poesia...
Parece que sem você eu nem ao menos posso ser eu.
É estranho, eu sei disso...
Mas encontrar você é um ambição do meu peito.
Quero esta com você, mas para isso...
Você tem de querer estar comigo também.
jaz aí o empecilho...
Eu já te escolhi, mas você ainda tem dúvida.
Até quando tenho que esperar você?
Até quando meu peito terá que sofrer por tua ausência?
Me diz, até quando serei prisioneira deste sentimento, 
que além de não ser conrespondido também não é ao menos respeitado por você?
Presta atenção!
Amor é como uma planta que tem que ser cultivada.
Se você amanhã me perder...
Sinto muito!Mas...
Não foi falta de aviso!
Porque eu insisto em dizer que amo você hem?


UMA TARDE NA PRAIA




         Caminhava na praia e pensava sobre sua prova. Será que tinha sido bem sucedido? Perguntava-se sobre se ela pensava nele. Será que ela ainda lembrava-se dos passeios de mãos dadas na praia no verão passado? Será que ela desejava tanto quanto ele estar juntos de novo? Será? Esta era a palavra de ordem em sua vida há um tempo.
         Talvez fosse tolice sua acreditar que ela o estava esperando. Talvez ela nem sequer lembrasse mais dele, seu sorriso perturbava agora sua memória, o som de sua gargalhada o invadia violentamente, ele quase podia senti-la ali, caminhando ao seu lado. Ele em seu louco devaneio, ocasionado deveras pela saudade que sentia, pensou vê-la ao longo da areia da praia. Ela sorria e brincava com as ondas... Parecia um teatro perfeito entre ela e as ondas que estavam ficando gradativamente agitadas. Ele sentia um perigo se aproximar de sua amada, mas não podia ajudá-la e ela aos poucos ia se perdendo, desvanecendo-se diante dele, sem que ele pudesse impedir.
         Desespero tomou seu peito em revoada e seu grito já não era natural, sua própria dor já não era mais natural... Ela estava partindo, as ondas ferozmente a levavam, era como ela fosse propriedade do mar e ninguém pudesse questionar isso. Ele estava impotente! Nunca em sua vida havia sido tão difícil deixar de agir, apenas aceitar o que via e seguir em frente. Ele sentia-se desnorteado, incompleto, como se uma parte importante dele tivesse o abandonado naquele dia.
         E hoje estava ela nos braços de outro... Bebendo do mel de outro corpo, experimentando outro sentimento e ele estava ali tolamente ainda sentia saudades. Queria não sentir nada. Queria olhar para o mar e apreciar as ondas sem lembrança alguma daquela mulher, queria poder apenas contemplar e esquecer tudo que passou tudo que já havia vivido, mas que sabia deveria ter sido enterrado. Ele tentou, é verdade! Mas aquele amor que já era meio instintivo,animal, inconseqüente e adolescente quando estava do seu lado agora o inundava com mais força, voltava a ele como navalha cortando por dentro seu peito apaixonado. O mar sempre tinha sobre ele o mesmo efeito... Sempre lhe trazia nostalgia e morosidade. Dúbia era sua idéia de vazio, porque ele negava-se a aceitar aquela dor que lhe sobrevinha de modo tão inesperado e se apossava dele deixando-o entristecido.
         Caminhar na praia! Condenava-se agora por ter tido aquela estúpida fantasia. Por que ele, um homem tão elegante e experiente tinha que passar por uma situação daquelas? Por que ele tinha que caminhar sozinho por aquela praia que outrora lhe fizera tão feliz? Por que afinal a mulher que ele amava o deixara? Por que ele tinha que criar uma fantasia de que o mar a tirou dele para poder seguir, se conformar? Por quê? Que vida era essa afinal?
         Chegava às dezoito horas e ele ansiava por abandonar aquela fria areia que tocava seus pés... Mas não podia, aquele mar fazia parte dele agora, ele conhecia sua dor e seu sofrimento, ele o escutara chorar, o tocara docemente tentando lhe dizer que ia passar... Ele fora seu amigo, seu conselheiro, seu confessor. Ele havia sido mais do que qualquer outro.
          Ela o havia abandonado, ele detestava admitir isso, mas agora já não importava nada mais importava. Ele não podia fazer o mesmo que ela havia feito... Não poderia deixar para trás aquele que o apoiou e o tranqüilizou em sua dor. Não poderia deixar de lado, dizer adeus aquele que o acolheu dilacerado e o remontou, o reconstruiu, aquele que pacientemente o ensinou numa tarde, coisas sobre a vida, que ele mesmo sentindo-se preparado não havia ainda entendido. Não poderia deixar jamais aquele mar para trás!
          Ele entendeu que culpar o mar não era racionalmente plausível. Entendeu que amar aquela mulher como ele amava não era um castigo, era uma benção porque isso mostrava sua capacidade de amar incondicionalmente, sua enorme vontade de ser feliz, vontade louca de viver um grande amor!
          Aquela tarde o havia ensinado muito, aquela praia o havia feito sentir um homem só é verdade, mas agora ele era um homem mais maduro, mais saudavelmente apaixonado, pensava que poderia amar mais uma vez. O silêncio das ondas lhe aplaudiam, e seu choque com as rochas o fazia desejar um abraço bem apertado... Queria não estar sozinho, mas estava e tinha que aprender a conviver com isso! A saudade do amor trazia-lhe aspiração de amar novamente e quem sabe se arriscar mais, se declarar mais, se apaixonar mais... Quem sabe, pensava ele. Sentia agora no fim da tardinha que aquela praia que inicialmente o torturava, agora o acalentava e lhe sorria calmamente, era como se lhe dissesse que um novo amor já estava chegando e que ele bastava apenas ter sensibilidade para enxergar.
          No intimo ele sentia medo de errar, de não enxergar, de deixá-la passar sem reconhecê-la. Ele devia saber que este medo é compartilhado por todos que querem um grande amor e que acreditam que mais cedo ou mais tarde ele chegará. Também eu tenho este medo!
          Ele tinha uma segurança agora em seu peito. Algo lhe apontava uma saída certa...
          Seu relógio despertou de repente e ele acordou de supetão com o sol da manhã que tocava sua pele morena de modo sinuoso. Dormira nos braços do mar... Dormira no seio daquele que o havia devolvido-lhe a razão de viver...
Agora tudo seria melhor, agora ele seria feliz. Mas e quanto à prova? A maior prova que temos é viver! Se dermos conta disto, o resto é fichinha. Ele sorriu ao pensar nisso e apanhando seu paletó seguiu em frente brincando com as ondas que tocavam nos seus pés...
                                           
 
Maria José C. de Oliveira (25/05/2011)

terça-feira, 24 de maio de 2011


"A única certeza que tenho é que sou uma grande interrogação no meio do nada! " ( Maria José)

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Quem disse que não sou EU?

Quero saber quem foi que te disse que não pode ser eu seu maior sonho de amor...
Quero saber por que você acha que eu não posso ser seu grande amor.
Por que afinal você descarta a possibilidade de que eu possa fazê-lo muito feliz?
E daí que eu seja uma sonhadora irremediável,
Acaso é crime sonhar?
Não! Crime é você me dizer não
Quando tudo que seu coração mais quer é dizer sim!
Tenho medo! E daí?
Ter medo é comumente humano.
Mas deixa-lo te dominar e paralisar é patológico!
Quem disse que não sou a manhã de sol que você espera a séculos para te fazer sair da rotina estressante de não ter ninguém que se importe? 
Quem sabe não sou eu seu motivo de acordar toda manhã e sorrir?
Quem pode afirmar que não sou que seu coração a tanto espera?
Diz-me quem com certeza pode afirmar que nós não somos feitos um para o outro?
Deste sonho resta apenas o desejo intenso de que ele seja real.
Eu sou real e você também é.
Este oi de hoje pode ser o " Amo você" do nosso amanhã.
Não pode?
Quem disse que não pode?
Quem pode saber se nós somos ou não um para o outro além de nós mesmos?
Quem , me diz, quem pode dizer que não somos o que desejamos?
Se podemos ser tudo ou nada de acordo com que o amor nos pedir.
Quem pode afinal impedir nossos corações de se darem uma chance e serem felizes?
Me diz quem pode além de nós dois!
Se assim é de fato, então eu de minha minha parte digo SIM, mas e você?
O que você me diz???
Faz-me hoje mais feliz...

E vamos descobrir juntos se isso dá certo ou não!






Sugestão de livro.


 O Pequeno Príncipe
(Antoine de Saint-Exupery)
 
Esta é a história de um príncipe que mora num planetinha. O narrador encontra o pequeno príncipe quando ele fez um pouso forçado no deserto de Sahara. Ele estava consertando o seu avião quando ouve uma vozinha pedindo-lhe para desenhar um carneiro. O narrador voltou-se e viu o pequeno príncipe. O aviador soube que o príncipe veio de um planeta tão pequeno que ele podia assistir o por do sol quando ele quisesse, bastava para isso, girar o corpo. O princepizinho pediu-lhe para desenhar um carneiro. Ele queria o carneiro por que o carneiro come arbustos. E assim poderia comer os baobás que eram um problema em seu planeta. O narrador ponderou que baobás são árvores grandes, mas o príncipe explicou-lhe que eles nascem pequenos, mas ficou preocupado por que carneiros comem flores também e ele tinha uma flor muito especial em seu planeta, uma flor que amava muito. A flor embora bonita e cheirosa era vã e exigente, ingênua e orgulhosa! Acreditava que seus espinhos a protegeriam, exgiu que o príncipe a cobrisse com uma tela. Disse-lhe para colocá-la sob um globo de vidro à noite para protegê-la do frio. Embora o príncipe a amasse, estava cansado de ouvir-lhe as exigências, assim ele partiu de seu planeta com um bando de pássaros em migração. Antes de chegar à Terra, o príncipe visitou muitos planetas. um rei vivia no primeiro planeta que ele visitou. O rei ficou feliz por ter um súdito e exigiu obediência. Ele cansou de pedir ao príncipe para ficar, mas o príncipe não concordou e partiu novamente. Visitou outros planetas e cada vez conheceu pessoas diferentes. Na Terra queria descobrir amigos e conhecer muitos lugares e coisas. Um dia conheceu a raposa e fez amizade. Umas das coisas que ela lhe dissera foi: - A gente só conhece bem as coisas que cativou, os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas, mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me! ...