segunda-feira, 18 de julho de 2011

DE LETRAS A SENTIMENTOS

                 
       Hoje li algo que não posso desconsiderar em minha existência. Navegando nas minhas postagens senti uma vontade imensa de saber o que o Rafael andava fazendo e fui visitar seu blog. Encontrei um texto que mais uma vez me fascinou. Sabe o que me fascina nos teus textos Rafael? Sãos as suas experiências e sua vida que se assemelha a minha! São os seus erros e seus sonhos que se assemelham tanto aos meus! São as coisas que você escreve e que eu é que sinto! È mágico, como o circo, é impressionante!
       Esses dias eu ando meio sem inspiração para escrever, você falava isso em seu texto, lembra? Esses dias escrevi um texto que se chamava ‘ vontade de você’, falava sobre uma razão para continuar, uma razão para escrever... Como você, eu também perdi minha razão, também me enganei de novo! Também me senti meio perdida e meio sem ter mais o que dizer! Estou seguindo vivendo, como você! Você às vezes me confunde sabia? Às vezes me questiono se realmente existo ou se sou apenas uma personagem irreal criada por você... Como posso explicar para mim que você desvenda minha alma com suas palavras? Não tenho conseguido racionalmente uma boa explicação, assim sendo, parti do racionalismo para a ficção a fim de encontrar uma boa resposta. Não encontrei nada ainda, acredita?
       Depois que te leio, e me reviso, entendo menos sobre mim! Parece confuso certo? É porque é muito confuso mesmo! (risos). Aprendo com você sobre mim... Isso é incrível. Não é um caso de estar sendo bajuladora não, você realmente tem o dom das palavras e eu fico totalmente subjugada ao destino que darás a tua alma, também a minha, ao que parece, seguirá o mesmo rumo!
      Torço para que indo em direção ao nada, você se encontre finalmente e que eu me encontre também... Então será como se eu em minha indescritível fuga, finalmente pudesse sossegar e respirar. Finalmente, dentro de mim a paz habitará e saberei o que é felicidade, ao menos teoricamente, poderei saber.
      Parece pouco a ser dito, mas é muito mais do que possas supor. Muito mais! É que eu não encontro as palavras. Não sei se poderias entender que como uma personagem, verdadeiramente, sou fiel à descrição e ao momento de tua narrativa. Como se não houvesse outra eu além daquela que segue tua alma por caminhos nunca dantes trilhados e que é mais guiada por teu extinto do que por minha própria decisão! Como se eu não pudesse me desvencilhar do poder dominador de tuas palavras, que são belas e, às vezes, muito tristes.
      Estou pensando agora, sobre o que mais escreverá? E será que eu vou sentir como senti quase tudo que já li de você até hoje?
      É também não sei...
      Então tá, vou apenas esperar (lembrei-me do teu texto sobre espera e também dos meus mil textos sobre uma espera desnecessária e triste!), não importa mais...
      Quer saber, que venha então o amanhã!