terça-feira, 12 de novembro de 2013

Canto...

Um coração assim tão cheio
Uma alma assim tão rica
Uma doçura assim tão vista...
Um ar meio angelical e enlouquecedor
Uma irresistível necessidade de sentir.
Um minúsculo passo e tudo se perde.
Fico muda, pálida, cega.
Não me movo... Estática morro.
O perder é maior que o ficar.
E se vai se eu desejar gritar.
Então simples e eterna...
Eu calo o coração inquieto.
E tudo é silencio em mim!
Quase sei...
E quase não sei aonde ir.